Usina Piloto
Construída na década de 40 para fornecer energia para a Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), a usina tem vegetação arbustiva e rocha de granito.
Descendo uma escada de 180 degraus, que termina numa cachoeira, chega-se ao acesso da casa de máquina. No entanto, para visitar a usina é necessária autorização prévia da Chesf. A unidade gera 2.000 kw.
Usina Paulo Afonso 1, 2 e 3
Para aproveitar o desnível do rio São Francisco, as usinas foram construídas na década de 40, mas começaram a ser exploradas comercialmente em 1971.
A cachoeira de Paulo Afonso fica neste local. A PA-1 tem três unidades que produzem 180 mil kw, a PA-2 tem seis unidades e pode gerar 480 mil kw e PA-3 tem quatro unidades, com capacidade para produzir 864 mil kw.
Grande parte da energia elétrica consumida no Nordeste vem das usinas de Paulo Afonso.
Usina Paulo Afonso 4
Uma caverna com 210 metros de extensão, 24 metros de largura e 55 metros de altura pode ser vista na PA-4. Quando foi construída, nas margens do cânion do rio São Francisco, 83 milhões de metros cúbicos de rochas foram escavados.
Sua unidade geradora tem capacidade instalada de 410 mil Kw e 2.460 milhões Kw de potência total.
Usina Apolônio Sales
A Usina Apolônio Sales, chamada em princípio de "Usina Hidrelétrica de Moxotó", foi construída na década de 70 para garantir o abastecimento de água necessário para manter em funcionamento as demais usinas, já que o consumo de energia elétrica no Nordeste cresceu. Tem potência de 440 mil kw.
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