segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Usinas

Usina Piloto
Construída na década de 40 para fornecer energia para a Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), a usina tem vegetação arbustiva e rocha de granito.

Descendo uma escada de 180 degraus, que termina numa cachoeira, chega-se ao acesso da casa de máquina. No entanto, para visitar a usina é necessária autorização prévia da Chesf. A unidade gera 2.000 kw.

Usina Paulo Afonso 1, 2 e 3
Para aproveitar o desnível do rio São Francisco, as usinas foram construídas na década de 40, mas começaram a ser exploradas comercialmente em 1971.

A cachoeira de Paulo Afonso fica neste local. A PA-1 tem três unidades que produzem 180 mil kw, a PA-2 tem seis unidades e pode gerar 480 mil kw e PA-3 tem quatro unidades, com capacidade para produzir 864 mil kw.

Grande parte da energia elétrica consumida no Nordeste vem das usinas de Paulo Afonso.

Usina Paulo Afonso 4
Uma caverna com 210 metros de extensão, 24 metros de largura e 55 metros de altura pode ser vista na PA-4. Quando foi construída, nas margens do cânion do rio São Francisco, 83 milhões de metros cúbicos de rochas foram escavados.

Sua unidade geradora tem capacidade instalada de 410 mil Kw e 2.460 milhões Kw de potência total.

Usina Apolônio Sales
A Usina Apolônio Sales, chamada em princípio de "Usina Hidrelétrica de Moxotó", foi construída na década de 70 para garantir o abastecimento de água necessário para manter em funcionamento as demais usinas, já que o consumo de energia elétrica no Nordeste cresceu. Tem potência de 440 mil kw.

Prainha

Com dois quilômetros de extensão, a prainha tem areia grossa e clara. A vegetação de caatinga, do tipo arbórea, embeleza o local. É usada para banho e para prática de esportes náuticos. Ilhas com vegetação arbustiva estão no entorno do local.

Cachoeira de Paulo Afonso e Mirante

As quedas d’água da cachoeira de Paulo Afonso caiam sobre degraus de rocha granítica e desciam mais de 80 metros. No entanto, após a construção das usinas, as quedas d’águas que formam a cachoeira foram represadas e agora a visão que se tem são as rochas polidas pela ação da água. A visitação a essa cachoeira só é permitida com o acompanhamento de guias.

Jardins ornamentais de rosas, avencas e árvores ocupam uma área que tem cerca de 80 metros quadrados na Ilha do Urubu. A estátua de bronze do poeta Castro Alves e uma estrofe de seu poema em homenagem à cachoeira -"Espumas Flutuantes"- enfeitam um dos jardins. A visita de D. Pedro 2, em 1859, também foi homenageada por meio de uma placa de bronze.

Estando no mirante é possível enxergar a "Angiquinho", primeira usina hidrelétrica construída em 1913. A outra visão que se tem são as quedas d’água da cachoeira de Paulo Afonso, com seus 100 metros de altura, mas apenas em determinadas épocas do ano, quando as comportas da barragem são abertas.

Raso da Catarina

O Raso da Catarina, que está sob fiscalização do Ibama, é uma reserva ecológica que tem 6.400 quilômetros quadrados de extensão. A área é dividida entre reserva biológica e indígena, onde moram os pancararés.

Recoberto pela caatinga, o Raso da Catarina tem clima semelhante aos das áreas desérticas. A temperatura pode chegar a 40ºC durante o dia e a 10º C à noite.

O cânion da baixa do Chico, com 12 km de extensão e vegetação nativa, é a região mais visitada. Entre as atrações estão as formações rochosas esculpidas pelo vento, que se assemelham a castelos, torres e bispos do tabuleiro de xadrez.

Bonde do Angiquinho

Usado antigamente para transportar os trabalhadores da Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), o bondinho hoje tem outras funções em Paulo Afonso: é usado para o turismo e para a prática de rapel (descida em cordas).

Com capacidade para oito pessoas, o bonde liga Paulo Afonso, que fica na margem direita do rio São Francisco, a Delmiro Gouveia, em Alagoas. A 100 metros de altura, percorre 360 metros entre as duas cidades.

A visão aérea permite avistar belos pontos, como a cachoeira de Paulo Afonso, a ponte metálica, a furna do Morcego, onde Lampião se refugiava, e o Salto do Cruatá. O bondinho funciona diariamente, das 8h às 17h.

Cânions

Cânions
Em Paulo Afonso, paredões rochosos cercam as águas do rio São Francisco formando um vale, cuja profundidade varia de 30 a 170 metros. Por ter 65 km de comprimento é considerado um dos maiores cânions navegáveis do mundo.

As encostas parecem ter sido esculpidas à mão, tamanho o número de detalhes e relevos presentes na rocha -magmática e metamórfica, de granito, vermelha e cinza.

Em volta deste cenário surpreendente e diante de tanta água, mesmo em tempos de seca, a caatinga predomina na região. Num simples passeio, avistam-se calangos e corujas, mas há muitas outras espécies de répteis, aves e insetos.

Uma das melhores vistas do cânion de Paulo Afonso é a que se tem sobre a ponte metálica D. Pedro 2º, que liga Bahia e Alagoas por meio da BR-110. É neste local que se pratica o bungee-jump, um dos principais esportes de aventura disponíveis na cidade.

Espécies exóticas


Varias especies são encontradas no rio São Francisco, o mesmo que corre pelas represas de Paulo Afonso, uma dessas especies exóticas tem o Bagre Africano um animal não muito bonito.